sábado, 15 de março de 2014

Confira 7 dicas para deixar sua rede Wi-Fi mais segura



A prática se tornou comum: você assina algum serviço de internet, e o provedor oferece um roteador sem fios, como parte do pacote. Até aí, tudo bem. Só que há dois problemas à vista. O primeiro é que nem sempre esses roteadores são os melhores. E, depois, tem a chance de o técnico da operadora não fazer exatamente a melhor configuração. Especialmente no que diz respeito à segurança. Mas, resolver esse problema é relativamente simples.  Reunimos 7 dicas super bacanas que podem evitar dores de cabeça no futuro. O uso indevido de redes wi-fi é um problema maior do que você pode imaginar. Além da questão da segurança, tem a questão do desempenho. 

Pode até ser o seu caso: a internet fica lenta justamente porque algum vizinho espertalhão está usando a sua conexão sem que você saiba... Vamos às dicas!  É importante ter uma senha de acesso à sua rede. Se você não configurar uma senha para sua rede, ele fica aberta e qualquer um pode se conectar a ela. Ou seja, você precisa configurar o roteador e definir uma senha para sua rede. Nessa hora, você terá de escolher que tipo de encriptação dos dados será usada. Nós recomendamos a WPA ou WPA2. A WPA2 é nossa aposta.  "A recomendação é que seja usada encriptação WPA (Wi-Fi Protected Acess), e não a WEP, que é mais antiga, mais fácil de ser quebrada e menos segura" diz Camillo Di Jorge, country manager da ESET Brasil.  Outra dica importante é mudar o nome padrão da sua rede. Na maioria das vezes, os roteadores vêm com o nome da rede configurado com o nome do fabricante ou modelo do roteador. Isso facilita a vida do atacante que, assim, dispõe de informação suficiente para explorar qualquer vulnerabilidade conhecida no dispositivo.  Se o nome identifica o provedor de internet, também é possível descobrir o modelo de roteador utilizado por aquela empresa. O melhor a ser feito é usar um nome que informe a menor quantidade de informação possível.  Vários roteadores trazem esse símbolo aqui: o WPS. Teoricamente, esse é um recurso para facilitar a sua vida, tornando a conexão de dispositivos mais fácil. Mas, nossa dica é não usar esse recurso. A função WPS é bastante vulnerável e deve ser evitada sempre que possível.  "O WPS deixa uma porta de entrada no roteador. Por exemplo: quando você usa access points, que você aumenta o alcance da sua rede. Existem formas de se conectar a esse roteador principal usando o protocolo, então se ele fica aberto, sua rede fica suscentível a invasões", explica Di Jorge.  

Você sabia que é possível criar uma lista com todos os equipamentos que podem se conectar à sua rede? É a chamada lista branca. Isso é feito através do filtro por endereço MAC. Esse é um número único, que identifica cada máquina ou equipamento – é como se fosse um RG de cada aparelho. No roteador, é possível especificar uma lista de endereços MAC de modo que somente esses dispositivos possam se conectar à rede.  "Outra forma de colocar um limite, é definir quantos aparelhos podem se conectar à rede. Então você inclui a TV, o computador, o smartphone e um espaço para a visita. Então você configura que até quatro se conectem. Se um quinto aparelho tenta se conectar, o roteador não permite", explica Camillo Di Jorge.  Esse truque é simples e garante uma proteção extra sem muito trabalho; basta desativar a exibição do nome da sua rede. Com a rede “escondida” é muito mais difícil que ela seja alvo de qualquer ataque. Você pode configurar tudo o que quiser, conectar os equipamentos que deseja e depois, ocultar... se, depois, você mudar de idéia, basta torna-la visível novamente. 

Ah, atenção é muito importante que você cheque, periodicamente, se existem atualizações para o firmware do seu roteador; essas atualizações costumam corrigir erros críticos de segurança, além de melhorar a performance do aparelho. O único problema é que você precisa descobrir se há atualizações sozinho; faça isso de seis em seis meses – é suficiente e vai evitar que sua rede esteja mais vulnerável a ataques e invasões.  A sétima dica de hoje é pra ficar na cabeça de todo mundo. Aliás, ela deveria ser a primeira medida de segurança a ser tomada por todo usuário de redes sem fio: mudar a senha de acesso ao roteador. Não confundir com a senha de acesso à rede sem fio. Geralmente, para acessar os roteadores basta digital Admin no nome do usuário, e admin novamente na senha. 

Dependendo do fabricante, não precisa nem preencher o campo da senha: basta colocar admin no campo do usuário e dar enter para acessar. Você precisa alterar isso no seu roteador para que estranhos não consigam mexer nas suas configurações. E é simples fazer isso: ao acessar o painel de configuração do roteador, procure pela área de segurança do aparelho. Lá, você pode definir um novo usuário e uma nova senha de acesso a seu roteador.  A maioria dos painéis de controle dos roteadores já vem em português, o que facilita a vida. Acredite: é importante investir algum tempo para aprender a configurar seu próprio roteador e toda sua conexão wi-fi.  "São terminologias fáceis, que o usuário pode aprender e fazer a configuração do roteador. E ele deve mexer nisso", completa o country manager da ESET.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/video/40837/40837

Cancelamento online de serviços de telefonia entra em vigor em 8 de julho



O "Diário Oficial da União" desta segunda-feira (10) traz o Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações aprovado no dia 20 de fevereiro pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Com isso, muitas das determinações divulgadas têm o prazo de 8 de julho de 2014 (120 dias) para entrar em vigor.
Uma das principais mudanças é a possibilidade de o consumidor cancelar via internet os contratos que mantêm com empresas de telefonia fixa, de telefonia móvel e de TV a cabo, entre outras companhias da área de telecomunicações. "A rescisão de contrato por meio do espaço reservado [no site da empresa] deve ser processada de forma automática, sem intervenção de atendente", diz o texto publicado no "DOU".

Ainda será possível, se o cliente preferir, fazer o cancelamento dos serviços em contato telefônico com um atendente - neste caso, a rescisão é imediata. Se a solicitação for feita de forma automática (pela internet), o cancelamento deverá ser processado em, no máximo, dois dias úteis. 

Também estão previstos no regulamento validade mínima de 30 dias para crédito de celular pré-pago (atualmente, há períodos inferiores), retorno de ligação dos call center caso a chamada caia, promoções válidas para novos e antigos assinantes (e não só para os novos, na tentativa de aumentar a base de clientes).  

Sites 
Segundo o regulamento, os sites das empresas também devem oferecer aos clientes a cópia do contrato, documentos de cobranças dos últimos seis meses, relatório detalhado dos serviços prestados, opção para solicitar cópia da gravação de interações, histórico de demandas registradas nos últimos seis meses, perfil de consumo dos últimos três meses e registro de reclamações.

O login e senha para esses acessos devem ser fornecidos no momento da contratação ou "a qualquer momento, a pedido do consumidor". Segundo o texto, as empresas ficam proibidas de impor qualquer restrição ao cliente, que deve ter livre acesso (mediante login e senha) a esse espaço no site das prestadoras de serviço.

Para elaborar o regulamento, a Anatel afirma ter considerado os principais problemas registrados pelos consumidores na central de atendimento da agência. Apenas no ano de 2013, a Anatel recebeu mais de 3,1 milhões de reclamações contra operadoras de serviços de telecomunicações, a maioria delas relacionadas à cobrança (33,9% do total).

Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/03/10/cancelamento-online-de-servicos-de-telefonia-entra-em-vigor-em-ate-120-dias.htm

sexta-feira, 14 de março de 2014

A Rede Interna e os Provedores de Internet


Como duas redes internas se conectam por meio da Internet?

Sua casa, seu escritório ou uma grande corporação como a Petrobrás ou o Facebook são semelhantes nesse aspecto: todos possuem uma rede interna.

A Internet é um grande conglomerado de provedores de serviço (ISP = Internet Service Provider) interligados, aos quais estão conectadas as redes internas e os dispositivos móveis. Cada provedor possui uma rede própria chamada de Sistema Autônomo (AS = Autonomous System).

A conexão de uma rede interna a um provedor se dá por meio de um acesso de dados, físico ou via rádio, por meio de um equipamento chamado de “roteador de saída” ou “gateway”.
Pela figura vemos que a Rede Interna “A” contratou o Provedor “2” e a Rede Interna “B” contratou o Provedor “3”.

O gateway da rede interna se liga a um dos roteadores do provedor (em vermelho na figura). A partir desse ponto, os dados dessa rede interna podem alcançar qualquer outra rede interna passando por um ou mais ISPs.


O sistema de endereçamento que permite o encaminhamento correto dos dados para o local desejado é parte do protocolo TCP/IP, utilizado pela Internet, onde cada interface física de qualquer equipamento deve ter um endereço IP que a identifique perante a rede.
O endereço IP é formado por quatro números decimais, separados por pontos, que podem ir de zero a 255 (exemplo: 192.168.12.86), representando um único número binário de 32 bits.
Há dois tipos de endereço IP:
  •         Endereço interno (privado)
Somente pode ser utilizado na rede interna. O protocolo IP define três faixas de endereços especialmente reservados para endereçamentos internos, ou seja, o técnico ao ver o endereço IP sabe se é interno ou externo. Desta forma esses endereços podem se repetir em várias redes internas.
  •         Endereço externo (público)
Para ser utilizado na rede externa. Cada endereço IP é único na Internet. Ele identifica exatamente o destinatário.
Quando se contrata um provedor para que a rede interna tenha acesso ao mundo, esse provedor fornece um endereço IP externo que será o endereço externo do gateway (roteador). Cada provedor tem uma cota de endereços para distribuir a seus clientes.
Há duas formas de o provedor atribuir esse endereço IP:
  •         Fixo
O endereço é sempre o mesmo. Uma vez atribuído não muda mais. A vantagem é que essa rede interna pode gerar algum serviço para a Internet, já que possui um endereço fixo e pode ser encontrada sempre no mesmo “lugar”.
  •         Variável (dinâmico)
O provedor muda o endereço segundo alguma regra dele. Desta forma não há como gerar conteúdo. Um exemplo é quando a localidade deve ser encontrada para fornecer a imagem de uma câmera de vídeo monitoramento. Não há como encontrar a câmera, já que o endereço muda sempre, mas há um serviço de caixa postal, disponível na Internet, que serve de intermediário: o usuário entra em contato com a caixa postal (que possui endereço fixo) que, por sua vez, sabe o endereço da câmera porque fica o tempo todo “perguntando” a ela.  Um exemplo de caixa postal é o DynDNS. Alguns sistemas avançados, como o SIGView da Rhox, também executam essa função.  Esse artifício supera o problema, mas não garante o perfeito desempenho.
O endereço completo de comunicação entre dois pontos usando o protocolo TCP/IP (como é o caso da Internet) é formado por duas partes: IP (32 bits) e TCP (16 bits). Fazendo uma comparação rústica, é como se o endereço IP fosse o endereço de um hotel e oendereço TCP o número da porta do quarto.
Quando um aplicativo da rede interna quer se comunicar com o mundo externo, seu endereço interno deve ser traduzido para endereço externo (público). Esta função é executada pelo roteador. Assim, uma rede interna com um único endereço IP pode ter 64.000 conexões externas, usando o endereço completo com o IP externo.
Segundo a Nation Master atualmente há 12.773 provedores no mundo. Os Estados Unidos lideram, com mais de 50%. Segundo esse mesmo site, há 50 provedores no Brasil.
Outro dado interessante, mas aparentemente desatualizado, fornecido pela Nation Master é a velocidade média de acesso por habitante: o líder é a Dinamarca, com 34,9 Mbps para cada grupo de mil habitantes. Os Estados Unidos está em 23º lugar, com 3,3 Mbps (10 vezes menor que a Dinamarca) e o Brasil, com 149 kbps para cada grupo de mil habitantes, nos coloca na 70º posição do rank.
Artigo publicado originalmente em fabiomontoro.blogspot.com.br
[Crédito da Imagem: Internet - ShutterStock]

quinta-feira, 13 de março de 2014

Cartilha de Segurança na Internet


Navegar é preciso, arriscar-se não!
A Cartilha de Segurança para Internet contém recomendações e dicas sobre como você pode aumentar a sua segurança na Internet. Abaixo você encontra links para cada um dos capítulos do Livro da Cartilha. Este livro também está disponível nos formatos PDF e ePub.
Para facilitar a discussão de alguns tópicos da Cartilha e a difusão de conteúdos específicos são disponibilizados periodicamente Fascículos. Cada um destes fascículos é acompanhado de um conjunto de slides que poderão ser utilizados para ministrar palestras ou complementar conteúdos de aulas.
Ajude a divulgar a Cartilha!

Saiba mais em http://cartilha.cert.br/

NSA se disfarçava de Facebook para espalhar malware


Então a NSA está nos espionando. Já sabemos disso há algum tempo. O que você provavelmente não sabia era exatamente como eles faziam isso e, de acordo com uma reportagem de Ryan Gallagher e Glenn Greenwald, a agência usava uma rede automatizada mundial de malwares.

Você sabia, por exemplo, que a NSA se fazia passar pelo Facebook às vezes? Como Gallagher e Greenald relataram, “em alguns casos a NSA se disfarçava como um servidor falso do Facebook, e usava o site da rede social para infectar o computador do alvo e extrair arquivos de um disco rígido.” Isso é bem preocupante quando você lembra que os botões “Curtir” do Facebook estão espalhados por toda a internet, dando à NSA muitas oportunidades de colocar um malware no seu disco rígido.

Esse esforço e outros descritos na reportagem foram feitos pela unidade de elite da NSA, a Tailored Acess Operations (TAO). Já falamos sobre ela antes. No ano passado, o Der Spiegel publicou um artigo sobre o TAO, que aqui no Gizmodo chamamos de “esquadrão ninja de elite”. A nova reportagem adiciona alguns novos detalhes, incluindo as ferramentas específicas usadas pela NSA para espionar a nós, nossos amigos… e terroristas em potencial também:

Um plug-in implantado chamado CAPTIVATEAUDIENCE, por exemplo, é usado para assumir o controle do microfone e gravar conversações sendo feitas perto de um computador. Outro, chamado GUMFISH, pode controlar a webcam e tirar fotografias. O FOGGYBOTTOM grava registros da navegação na internet e coleta detalhes de login e senhas usados para acessar websites e contas de email. O GROK é usado para guardar teclas pressionadas. E SALVAGERRABIT extraí dados de discos flash removíveis conectados a um computador infectado.

Nós já sabíamos que a NSA conseguia ouvir nosso microfone e acessar nossa câmera e detalhes de login. A novidade está nas teclas pressionadas, mas não é algo surpreendente. O realmente preocupante é o quão detalhado e bem pensado é esse projeto de infecção por malware. [The Intercept]

Fonte: http://gizmodo.uol.com.br/nsa-se-disfarcava-de-facebook-para-espalhar-malware/

quarta-feira, 12 de março de 2014

Esta é a sala onde nasceu a internet


Mesmo que a internet seja algo tão onipresente hoje em dia, não é fácil encontrar o 3420 Boelter Hall, local onde tudo começou. Trata-se de uma pequena sala no porão de um grande edifício no campus da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA).

Nesse local pouco auspicioso, surgiu a rede que permite a você ler esta história onde e quando quiser. Embora a internet em si tenha muitos autores, este é amplamente considerado como o seu local de nascimento. A sala, com pintura verde-limão e chão de linóleo riscado, é o lugar onde foi instalado o primeiro nó da ARPANET; onde foi estabelecido o protocolo de comunicação; e onde foi enviada a primeira mensagem através da rede, para outro nó na Universidade Stanford.


“Quantas revoluções você imagina quando vê – a poucos metros! – onde ela começou? Esta máquina é onde a internet ganhou vida, e onde falou suas primeiras palavras”, diz Leonard Kleinrock, cientista da computação que dá nome ao Centro Kleinrock para Estudos da Internet. Atualmente, o centro mantém vários projetos de pesquisa, e conserva este ambiente em toda a sua glória dos anos 60 – é Mad Men para nerds.

Kleinrock, enquanto fazia pós-graduação no MIT, desenvolveu uma teoria matemática de comutação de pacotes. Nela, os dados são divididos em “pacotes” que podem ser trocados através de uma rede, permitindo que vários usuários possam acessá-los em diferentes plataformas. Esta é a tecnologia na qual a internet é baseada.

Isso era de grande interesse para o Departamento de Defesa, mais especificamente para sua Agência de Projetos de Pesquisa Avançada (ARPA, que mais tarde virou DARPA). Eles sabiam que poderiam usar a comutação de pacotes para divulgar trabalhos, pesquisas e software para o público de forma mais eficiente.
A ARPA enviou à equipe uma solicitação de proposta, buscando uma equipe para construir, instalar e gerir um programa piloto que usaria este novo tipo de rede. Uma equipe de engenheiros de computação da Bolt Beranek & Newman (BBN) ganhou o contrato, e construiu uma máquina enorme chamada de IMP (Processador de Mensagens de Interface) – basicamente, o primeiro roteador.

Eles colocaram o primeiro nó da rede na UCLA, onde Kleinrock se tornou professor, e a faculdade ficou responsável por testar o sistema e realizar experimentos. Sua equipe projetou uma rede que poderia enviar mensagens usando a infraestrutura de dados existente – as linhas do sistema telefônico.

Em 29 de outubro de 1969, uma equipe reunida no 3420 Boelter Hall tentou enviar a primeira mensagem ao Instituto de Pesquisa de Stanford: “LOGIN”. Eles conseguiram digitar as primeiras duas letras, aí o sistema caiu. Assim, a primeira mensagem enviada pelo que viria a ser a internet foi “LO”.

Uma hora depois, eles tentaram de novo, e deu certo. Até dezembro de 1969, quatro nós foram permanentemente instalados na UCLA, no Instituto de Pesquisa de Stanford, Universidade de Utah e Universidade da Califórnia em Santa Barbara. Em 1975, já havia 57 IMPs. Em 1981, eram 213. O resto é história.


Mas, mesmo que a internet tenha se tornado parte do nosso cotidiano, a relevância histórica destas máquinas foi quase destruída. Apenas dois IMPs sobreviveram até os dias de hoje. Na UCLA, o “roteador” foi substituído por uma nova tecnologia em 1982, e levado para uma sala dos professores na faculdade. Ele ficava perto de um bebedouro, até ser resgatado por Kleinrock. Ele também conseguiu salvar um computador SDS Sigma 7, com o tamanho de uma geladeira, que foi usado para guardar aquela primeira mensagem “LO” enviada por rede. Em 2011, o centro Kleinrock foi inaugurado nesta sala – que como observa Bradley Fidler, costumava ser maior. Ele atua como diretor do centro, e prestou atenção meticulosa aos detalhes para manter a sala no estilo dos anos 60. Parece que recuperar o local original foi o maior desafio: a sala foi transformada em um laboratório de informática para os alunos atuais. Por isso, eles tiveram que convencer a faculdade a subdividi-la – já que não sobram salas de aula por lá.

Quase todos os móveis são da época, resgatados de armazéns da UCLA ou encontrados em outros lugares, e as luzes são originais porque… bem, porque nunca foram modernizadas. O tom verde da parede foi recriado a partir de fotografias e das memórias vívidas da equipe. O único anacronismo, se podemos chamá-lo assim, é um roteador wireless – escondido por um alto-falante de madeira na parede.

Por muito tempo, mesmo aqueles que trabalharam no projeto não entendiam o significado histórico do que haviam feito. “Nós não sabíamos o que estávamos fazendo”, diz Kleinrock. “Nós nem sequer tiramos uma foto.” O jornal da faculdade publicou uma notinha, mas o feito passou despercebido.


A rede cresceu, mas só ganhou impulso após a invenção do e-mail em 1972. “Nosso trabalho inicial era fazer computadores conversarem com pessoas, ou com outros computadores. Nós não prevíamos que pessoas usariam isso para falar com outras pessoas”, diz ele. Em 1973, o e-mail já correspondia a 75% do tráfego de ARPANET.

Essa foi a outra coisa bacana sobre a cultura inicial da internet: a ARPA não era possessiva, mesmo tendo encomendado o projeto para o que deveria ser uma ferramenta relacionada à defesa nacional. “Não havia barreiras; se você quisesse usá-la, era só usar”, diz Kleinrock. “Nós confiávamos em todos, e conhecíamos todo mundo até o final dos anos 80. A internet cresceu graças a comunidades abertas e a um ambiente compartilhado.”


Eu visitei o espaço com Andrew Blum, autor do livro Tubos – o Mundo Físico da Internet. Este é o primeiro livro que eu li para entender a fisicalidade da rede, começando por esta sala, indo pelos cabos submarinos que atravessam o Atlântico, até os centros de dados massivos espalhados pelo mundo.

Era o dia em que a Comcast anunciou sua fusão com a Time-Warner: duas empresas enormes de banda larga se unirão em uma só nos EUA. Foi uma notícia mal-recebida por ser um potencial golpe à neutralidade de rede, um princípio que defende que provedores de acesso não prejudiquem qualquer tipo de tráfego – como YouTube ou BitTorrent.


Estávamos a poucos metros do IMP, e falamos sobre a chance de ter que viver com essa entidade gigantesca – basicamente um monopólio no mercado de banda larga. Mas Fidler oferece um futuro melhor. “Há uma tendência crescente para falar sobre a internet como ‘a nuvem’, o que é totalmente errado, porque a internet não é algo no céu que faz o que quer”, diz ele. “A internet muda quando as pessoas tomam decisões coletivas para mudá-la!”

Ele acredita que a sala e seus 40 anos de história podem nos ajudar a entender que a internet foi, e ainda é, movida por humanos. “Talvez haja muita gente no debate sobre a neutralidade da rede que se resignou ao inevitável, o que quer que isso seja. Mas essa é a abordagem errada para todos”, diz ele. “Quando você está em uma sala como o antigo nó da ARPANET na UCLA, você se lembra que as pessoas deram forma à internet, e ainda fazem isso, e todos nós podemos fazer parte dessas decisões.”


Fonte: http://gizmodo.uol.com.br/sala-internet-nasceu/
Fotos: cortesia do Kleinrock Center for Internet Studies

Internet: 25 anos.

Tim Berners-Lee - O Criador.

Há 25 anos, numa pequena sala do CERN, Organização Europeia para Pesquisas Nucleares, um cientista chamado Tim Berners-Lee lançava as bases para uma das maiores revoluções da história da humanidade: a criação da World Wide Web, ou a WWW, como ficou conhecida quando se espalhou pelo mundo.

Sir Timothy Berners-Lee é um físico inglês, nascido em Londres em 8 de junho de 1955. Enquanto trabalhava para o CERN, uma das preocupações de Berners-Lee era em como preservar e difundir a informação que era gerada pelos experimentos: ele entendia que se essa informação pudesse ser facilmente acessada por mais cientistas, a velocidade das pesquisas poderia ser aumentada. Apoiando-se em ideias que já vinham sendo maturadas desde a década de 50 (o termo hipertexto, por exemplo, foi usado pela primeira vez por Ted Nelson pouco depois do fim da Segunda Guerra Mundial), Berners-Lee criou o conceito de uma matriz de informação. Ao invés de acessarmos as informações usando a lógica de uma árvore, ele imaginou que poderíamos acessar essas mesmas informações usando círculos e setas. Ou seja, as setas funcionam como os links que nos levam por diferentes lugares, para diferentes círculos de informação. Estava criado o conceito básico, que acabou evoluindo e se transformando na Web como conhecemos hoje.

O DOCUMENTO ORIGINAL

Talvez o mais surpreendente do primeiro documento proposto por Berners-Lee (que você pode conferir aqui) é que alguns dos conceitos - e até mesmo dos termos que se tornaram tão comuns hoje em dia - já estão lá: browsers, como programas de computador, hiperlinks (ou links) como maneiras de pular de um conjunto de infomações para outro, além, é claro, do termo WEB, que definiria boa parte da vida do final do século XX e desse começo de século XXI.

Quase dois anos depois, em 6 de agosto de 1991, Berners-Lee colocou no ar o primeiro site de internet, o info.cern.ch. Claro que este primeiro site era bastante rudimentar, exibia apenas texto e usava como servidor uma máquina NeXT. Infelizmente, não sobrou registro dessa página original. Uma versão de 1992 pode ser conferida no site do World Wide Web Consortium.

Uma curiosidade é que os computadores NeXT eram fruto de uma empresa de mesmo nome criada por Steve Jobs no período em que ele esteve afastado da Apple. O propósito da NeXT era justamente criar computadores que atendessem a comunidade acadêmica. Mais tarde, boa parte do sistema operacional que comandava os computadores NeXT foi convertida no Mac OS, sistema operacional que viria a equipar os computadores da Apple.

25 ANOS DEPOIS

Passado um quarto de século, a Web é um dos grandes motores da economia moderna (basta lembrar que empresas como Google, Facebook ou Yahoo! simplesmente não existiriam). Mais que isso, a Web talvez seja a maior marca da evolução tecnológica que pode fazer a humanidade realmente mudar o patamar da história numa velocidade inédita. A Web já alcança bilhões mundo afora e transforma a vida de indivíduos, empresas e nações por onde passa, num processo que está apenas em sua infância. Para celebrar os 25 anos de Web, foi criado um site especial, que você pode conferir aqui. Nas redes sociais, a hashtag #web25 está sendo usada para celebrar a data.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/40769/40769

Falha no WhatsApp permite que qualquer app acesse suas mensagens.



Uma falha de segurança séria foi identificada no WhatsApp, que permitiria que qualquer outro aplicativo tivesse acesso às mensagens que o usuário troca com seus contatos. A falha foi encontrada e revelada pelo especialista em segurança Bas Bosschert.

Após uma descrição detalhada do processo em seu blog, a conclusão é que o aplicativo falha na hora de criptografar o backup das mensagens, expondo os usuários sem precisar de muito esforço.

Segundo o especialista, a falha acontece quando o usuário realiza o back-up das mensagens para não perdê-las em caso de desintalação e reinstalação, por exemplo. O app estaria usando a mesma criptografia todas as vezes, em vez de criar uma nova chave para cada usuário. Pior: a encriptação do WhatsApp já é quebrada com grande facilidade.

Isso significa que o armazenamento dos dados no aparelho é feito de forma insegura e outros aplicativos maliciosos podem roubá-lo sem problemas, para abrir as mensagens do usuário ou procurar dados pessoais. E as versões mais antigas do app nem mesmo encriptavam as mensagens.

Ao salvar estas informações no cartão SD, basta que o usuário dê permissão para o aplicativo malicioso ler o armazenamento externo para que ele receba acesso a estas informações. "Como a maioria das pessoas permitem tudo em seus aparelhos Android, isso não é um problema", afirmou ele.

Para acrescentar ironia à situação, Bas Bosschert ainda relembra do temor dos usuários do WhatsApp após a venda ao Facebook, temendo que a rede social fosse ter acesso a todas as suas mensagens. "O Facebook não precisava ter comprado o WhatsApp para ler suas mensagens", afirmou.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/falha-no-whatsapp-permite-que-qualquer-app-acesse-suas-mensagens/40766

terça-feira, 11 de março de 2014

Infonetsite


Desenvolvemos websites personalizados. O nosso papel é projetar e implementar aplicações web personalizadas para pessoas físicas e empresas, mantendo continuamente elevados padrões de qualidade. Ressaltamos a importância de uma abordagem individual em relação a todas as necessidades de desenvolvimento web. Confira mais informações sobre os serviços de alta qualidade que oferecemos, explorando o nosso site. Entre em contacto connosco em caso de dúvidas ou solicitações.
Atrair e manter clientes, neste novo cenário, é uma tarefa difícil para as empresas, que têm de cuidar e muito bem das suas principais áreas de contato direto com o consumidor ou cliente potencial, cada vez mais exigente e com novas necessidades.
Outro ponto observado é a importância da presença nas redes sociais, meio onde o consumidor das gerações Y e Z preferem se comunicar. A autenticidade e agilidade nesse atendimento são imprescindíveis para manter-se alinhados ao patamar esperado pelos consumidores internet, aqueles que pesquisam em sites de qualidade e reclamações, buscam conhecer a procedência dos produtos oferecidos e a reputação da marca.
O marketing com foco no consumidor vai contribuir na criação de estratégias capazes de ajudar as organizações desenvolver meios de como buscar clientes e, na mesma intensidade, mantê-los fieis à marca, mesmo numa fase onde a fidelidade é algo cada vez mais difícil, já que a oferta é muito grande e o cliente não se apega tão facilmente a uma empresa. Somente o conhecimento e aprofundamento em estratégias capazes de chegar mais perto do novo perfil do consumidor serão capazes de fortalecer a fidelidade desse público tão exigente do século XXI.

Leia mais: http://infonetsite.webnode.com/

Interatividade com as Redes Sociais

O consumidor é um forte simpatizante das redes sociais. Há uma série de pesquisas que afirmam ser o brasileiro o povo mais presente no Facebook, por exemplo. Neste ambiente, devemos estar atentos para o que o consumidor mais acessa. A conduta ideal das companhias é ter um posicionamento claro e ativo dentro das redes sociais, que permita oferecer respostas rápidas ao consumidor. Podemos comparar a criação dos call centers há alguns anos, como resposta a uma necessidade do consumidor, com a criação de um meio de resposta para nova geração de consumidores cada vez mais “online”. Ou seja, um mecanismo claro e autêntico de resposta e de interação com o consumidor nas redes sociais se faz necessário em qualquer organização.

Seguem abaixo algumas considerações sobre a interatividade com as Redes Sociais:

O que são as redes sociais?
Redes sociais são sites onde as pessoas compartilham informações, opiniões e interesses relacionados aos assuntos mais variados. Principalmente sobre empresas. Ou seja, o conteúdo gerado por uma empresa nas redes sociais pode ser compreendido e compartilhado para milhares de usuários em questão de minutos, fazendo com que a marca seja vista e lembrada.

Porque uma rede social pode ser importante para a minha empresa?
A sua marca já está nas redes sociais mesmo que você não deseje. Usuários compartilham informações e opiniões sobre uma marca, produto ou serviço. Cabe a marca gerenciar sua presença e criar um laço de relacionamento com este público. Lembre-se: a marca já está nas redes sociais.

Como a marca deve se posicionar nas redes sociais?
Criar os perfis nas redes sociais é insuficiente. Na verdade este será o passo mais simples e inicial. Estar presente nas redes sociais apenas para demarcar território é insignificante. É preciso acompanhar, gerar conteúdo, interagir, relacionar e promover seu conteúdo de forma eficaz e relevante. Por este motivos profissionais de mídias sociais são indispensáveis  neste processo. Somente profissionais são capazes de planejar, diagnosticar, executar e transformar a rede social em uma poderosa mídia para a sua marca.

Tenho um site. Basta?
Um site nos dias de hoje é o mínimo que se espera de uma marca conceituada. Se a empresa deseja ser encontrada o site é o básico. Porém, como os tempos mudaram, as ferramentas acompanharam esta mudança.
É fundamental ressaltar que o site institucional e redes sociais são diferentes. Começando pelo fato da audiência. Dificilmente alguém acessa o site de uma empresa todos os dias, já nas redes sociais este processo é rotina. Se a sua marca quer ser lembrada será preciso estar nas redes sociais.

O que a minha marca ganha com as redes sociais?
A marca que está nas redes sociais conquista credibilidade, relacionamento, dados e informações relevantes sobre seu público, informação, novos consumidores, confiança por parte dos usuários, interação e popularidade.
Resumindo: investir nas redes sociais permite à expansão dos negócios, melhor relacionamento com os clientes e a redução de custos. Além de conteúdo e ações direcionadas para o público-alvo da marca.

Minhas vendas serão impulsionadas imediatamente por estar nas redes sociais?
As redes sociais são um espaço para relacionamento com os seus clientes, fortalecimento da imagem e credibilidade da marca. Em parceria com outras ações de comunicação, as redes sociais tornam-se poderosas ferramentas para impulsionar vendas de médio e longo prazo.

Meu concorrente está nas redes sociais e a minha marca ainda não. Devo me preocupar?
Como já dito anteriormente, sua marca já está nas redes sociais. O fato do concorrente estar também significa que ele está um passo na frente. Vale lembrar que estar nas redes sociais é bem visto entre os consumidores e constrói um relacionamento de confiança com o seu público-alvo.

Pequenas e médias empresas devem estar nas redes sociais?
As redes sociais podem ser exploradas por empresas de todos os portes. Se a sua empresa é de pequeno ou médio porte também. Será uma excelente ferramenta para conhecer o seu público e se aproximar do consumidor potencial da sua marca, produto ou serviço.

Infonetsite